How do your students learn?
Um vídeo muito interessante sobre educação em geral e não apenas para aqueles que se preocupam com a utilização das novas tecnologias em educação.
Obrigado à Judite Lucas por ter disponibilizado este link aqui.
porque esta aventura começou na Cidade da Praia (Cabo Verde)
How do your students learn?
Um vídeo muito interessante sobre educação em geral e não apenas para aqueles que se preocupam com a utilização das novas tecnologias em educação.
Obrigado à Judite Lucas por ter disponibilizado este link aqui.
Olá!
Por acaso vi este vídeo noutro contexto.
No entanto, a sua validade é imensa. Lembro-me de um mestre que tive que foi talvez um dos melhores professores que conheci, que dizia que um bom professor dava aulas no deserto. Sem precisar de mais nada do que a sua própria imaginação.
Hoje as perguntas que se colocam a um professor são muitas. Como é que os alunos aprendem? Como se relacionam? Como se relacionam com o Conhecimento?
Fica aqui um link com um conjunto de perguntas e respostas também muito interessantes…
http://www.slideshare.net/flairandsquare/teaching-gen-y-web
Mas o título destes slides é a Arte de Ensinar.
Arte, sim. E como a Arte a questão é só uma… Somos ou não vanguarda na educação?
Até breve!
Olá!
No seguimento do ultimo coment lembrei-me de deixar aqui este curiosa reflexão…
http://weblogg-ed.com/2006/dear-kids-you-dont-have-to-go-to-college/
Até breve.
“In many ways, I envy you. I think about all of the time I spent “learning” about things that had absolutely no relevance to my life’s work simply because I was required to do so.” - Retirei este parágrafo dos muitos que compõem a “carta” que o João aqui indicou, e da qual gostei imenso.
Uma das diferenças que encontro na maneira como vivi a minha graduação e a pós-graduação, é aquela que se prende com a motivação (e que está, de certa forma, presente nesta carta): licenciei-me porque tinha que ser, estou no mestrado porque quero.
A grande diferença entre estes dois momentos é um pouco a diferença entre os currículos oficiais e os PLE’s (e confesso que sobre estes segundos não sei grande coisa): aquilo que alguém definiu que interessa e aquilo que realmente tem interesse. Aquilo que o aluno recebe e aquilo que o aluno procura aprender.
Não me parece que estas duas vertentes não possam coexistir: ao longo do mestrado, cada vez que alguém ia “mais longe”, cada vez que o trabalho superava o que era esperado, não estávamos perante uma mistura bem sucedida de um programa oficial e um interesse genuíno?
Ainda sobre este tema, e no seguimento do link do João Lima, fica este:
http://www.youtube.com/watch?v=D1R-jKKp3NA
o discurso de Steve Jobs, apresentado aos alunos da escola onde trabalho num seminário sobre “liderança e gestão pessoal”. Verdadeiramente inspirador
Olá!
O problema é como encaixar a auto-aprendizagem… a aprendizagem não-formal e informal no contexto emergente de aprendizagem na sociedade da informação.
Deixo um vídeo interessante:
http://www.youtube.com/watch?v=iG9CE55wbtY
Até breve.
Olá!
Esse problema não estará associado ao “contexto emergente” que referes? Num futuro próximo, onde o livre acesso à informação e estas novas tecnologias não forem novidade mas realidade, fará sentido a distinção entre aprendizagem formal, informal, auto-aprendizagem ou todas estas vertentes serão assumidas como componentes de um mesmo processo?
Vivemos ainda num contexto em que a actualização dos currículos (em termos de ensino, por exemplo) implica um demorado processo burocrático; bibliografias recomendadas nos cursos - com excepção de alguns como o nosso, felizmente - datam da década de 90; existem ainda sectores de mercado que valorizam mais, na selecção dos seus recursos humanos, a formação académica tradicional (licenciatura em x) que a experiência profissional ou formação complementar “não certificada” (um exemplo? a exigência dos “CAP”, que ainda hoje não entendo). Por outro lado, felizmente, o conceito de “aprendizagem ao longo da vida” começa a ser dissociado de cursos de formação do Office para a terceira idade e começa a ser encarado como um a forma de estar na vida, um processo quase indispensável ao desenvolvimento da sociedade. É só esperar - e ter esperança - que este conceito passe para as instituições…
Quanto ao vídeo, excelente. Como alguém dizia, é daqueles vídeos que toda a gente devia ver pelo menos uma vez por ano
Olá!
Longe de estar em mim uma visão romântica do que deve ser a educação e a aprendizagem. Sempre defendi que aprender exige alguns rituais necessários como a leitura, a reflexão e uma apropriação do conhecimento que passa pelo “estudo”.
Gostei particularmente da metáfora do “poder aprender para além da escola” no artigo que deixei.
Agora, a aprendizagem ao longo da vida… pois é… Lembro-me de ler um livro quando tinha 16 anos. Chamava-se “O vermelho e o negro”. Depois, muitos anos mais tarde reli. Aprendi o mesmo. Mas reflecti muito mais.
É talvez essa a potencialidade da informação. E o computador net é hoje uma fonte inesgotável de informação.
Mas o que fazem os nossos alunos? 99% vai à internet ver o HI5 e os vídeos no youtube (gatos fedorento, futebol, lutas) e pouco mais… Usam o computador, não sabem trabalhar com o computador.
Muito é a culpa do radicalismo… para os alunos o computador é motivador… tomem lá… é divertido… tomem lá… ensinar tem que ser divertido… tomem lá… e caímos no facilitismo associado a que não é preciso esforço e trabalho para aprender…
No entanto, penso sempre no que pensarei sobre o que sei hoje quando tiver 80 anos (se lá chegar…) e penso que me falta saber tanto…
Deixo uma pérola… daquelas únicas…
http://videos.sapo.pt/FAzZ7NWcuiTyIp1PEqu6
Até breve.
Olá!
Embora em português do Brasil… deixo a Geração C…
http://www.youtube.com/watch?v=UI2m5knVrvg
:)
Até breve!
Olá!
Prof. Carlos… olhe um vídeo tão interessante para as suas aulas!
E ainda no contexto da aprendizagem informal e redes de aprendizagem!
Ver: http://www.youtube.com/watch?v=NlETGJ0mnno
Até breve!
Obrigado João!
Vou passar o vídeo para um post.