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	<title>Comments on: TCEd quase a acabar</title>
	<link>http://napraia.blogs.ca.ua.pt/2007/11/24/tced-quase-a-acabar/</link>
	<description>porque esta aventura começou na Cidade da Praia (Cabo Verde)</description>
	<pubDate>Sat, 20 Mar 2010 13:41:46 +0000</pubDate>
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	<item>
		<title>by: csantos</title>
		<link>http://napraia.blogs.ca.ua.pt/2007/11/24/tced-quase-a-acabar/#comment-52157</link>
		<pubDate>Sun, 25 Nov 2007 18:53:59 +0000</pubDate>
		<guid>http://napraia.blogs.ca.ua.pt/2007/11/24/tced-quase-a-acabar/#comment-52157</guid>
					<description>Obrigado a todos pelos vossos comentários :)

Ricardo, as alterações passam por um upgrade da versão que aqui tenho do Wordpress e do tema K2. Infelizmente já deixei passar tantas versões intermédias que agora temo que o upgrade vá ser caótico. De qualquer maneira vou ver se consigo dar um jeito no CSS.

Gostei muito dos vossos comentários e fez-me recordar algo que também coloquei num comentário logo no início, acho que no blog criado para a disciplina. Não consigo encontrar, mas a ideia era no sentido de que pela minha experiência não é fácil ensinar de forma convencional as verdadeiras vantagens e mudanças que as ferramentas da Web2.0 proporcionam. Para realmente se aprender julgo que é indispensável viver a experiência da sua utilização em contextos que representem realmente uma mais valia. Na minha perspectiva, o meu papel enquanto responsável desta disciplina é essencialmente o de conseguir desenhar cenários práticos que proporcionem essa vivência de uma forma adequada.

Será que essa vivência não acaba por ser tão (ou mais?) importante como o próprio objecto de estudo do trabalho prático? ;)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigado a todos pelos vossos comentários <img src='http://napraia.blogs.ca.ua.pt/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Ricardo, as alterações passam por um upgrade da versão que aqui tenho do Wordpress e do tema K2. Infelizmente já deixei passar tantas versões intermédias que agora temo que o upgrade vá ser caótico. De qualquer maneira vou ver se consigo dar um jeito no CSS.</p>
<p>Gostei muito dos vossos comentários e fez-me recordar algo que também coloquei num comentário logo no início, acho que no blog criado para a disciplina. Não consigo encontrar, mas a ideia era no sentido de que pela minha experiência não é fácil ensinar de forma convencional as verdadeiras vantagens e mudanças que as ferramentas da Web2.0 proporcionam. Para realmente se aprender julgo que é indispensável viver a experiência da sua utilização em contextos que representem realmente uma mais valia. Na minha perspectiva, o meu papel enquanto responsável desta disciplina é essencialmente o de conseguir desenhar cenários práticos que proporcionem essa vivência de uma forma adequada.</p>
<p>Será que essa vivência não acaba por ser tão (ou mais?) importante como o próprio objecto de estudo do trabalho prático? <img src='http://napraia.blogs.ca.ua.pt/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' />
</p>
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				</item>
	<item>
		<title>by: RicardoC</title>
		<link>http://napraia.blogs.ca.ua.pt/2007/11/24/tced-quase-a-acabar/#comment-52146</link>
		<pubDate>Sun, 25 Nov 2007 17:37:03 +0000</pubDate>
		<guid>http://napraia.blogs.ca.ua.pt/2007/11/24/tced-quase-a-acabar/#comment-52146</guid>
					<description>Professor, pedia-lhe que desse uma edição mesmo ligeira aos comentários que assim ficam difíceis de ler... Ainda tentei dar 3 espaços entre cada parágrafo mas o Wordpress ignorou-me... ;-)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Professor, pedia-lhe que desse uma edição mesmo ligeira aos comentários que assim ficam difíceis de ler&#8230; Ainda tentei dar 3 espaços entre cada parágrafo mas o Wordpress ignorou-me&#8230; <img src='http://napraia.blogs.ca.ua.pt/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' />
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: RicardoC</title>
		<link>http://napraia.blogs.ca.ua.pt/2007/11/24/tced-quase-a-acabar/#comment-52145</link>
		<pubDate>Sun, 25 Nov 2007 17:35:25 +0000</pubDate>
		<guid>http://napraia.blogs.ca.ua.pt/2007/11/24/tced-quase-a-acabar/#comment-52145</guid>
					<description>Olá a todos!

Depois do post inicial e das três respostas anteriores as minhas opções de comentário começam a ficar seriamente reduzidas! :-D


Assim, ao invés de falar sobre esta cadeira (não porque não valha a pena mas porque me parece que já começa a estar tudo dito ;-) ), prefiro partilhar convosco algo que me perturba desde o dia das apresentações e que, desde essa altura não me tem deixado descansado.


Antes de mais, confesso que sou um nerd assumido. Há pessoas que se apaixonam por puzzles, outras por ponto-cruz, outras por desporto, outras por carros, outras…; eu apaixonei-me por computadores e tecnologia em geral. Sou o tipo de pessoa capaz de usar um telefone para telefonar a outras pessoas e falar sobre telefones; sou capaz de instalar 10 vezes o mesmo sistema operativo apenas pelo gozo que isso me dá; gosto de seleccionar componentes; de montar e desmontar computadores; de lutar contra drivers e crashs inexplicáveis; de instalar os codecs um por um; de saber todas as mudanças de cada sub-versão de cada programa… enfim, reconheço que tenho uma vivência com a informática que não é a de um utilizador comum o que, em si mesmo, não é positivo nem negativo… ;-)


Depois deste pequeno desabafo, vou tentar ser um pouco mais sucinto e chegar àquilo que quero abordar – este curso de Mestrado. É certo que este Mestrado não tem uma componente técnica tão grande como eu e outros provavelmente gostaríamos. Também é certo que, durante o primeiro embate me senti um pouco desalentado e, pelo que ouvi e conversei nos intervalos, não fui o único. Porém, no final de duas cadeiras e dois meses de trabalho intensivo, começo a pensar se ensinar “técnica” tem assim tanto interesse ou, sequer, se faz algum sentido neste tipo de curso… A técnica é relativamente simples de aprender e qualquer um de nós, mesmo aqueles com poucos conhecimentos prévios, a pode dominar se a isso se disponibilizar, conforme ficou provado pelos excelentes trabalhos apresentados quer em DMME, quer em TCE.


Na minha opinião, aquilo que estamos efectivamente a aprender neste Mestrado transcende em muito o mero domínio técnico de uma ferramenta ou tecnologia e é algo que, pelo menos para mim, operou tamanha transformação de paradigma que não é quantificável em números: são técnicas, sim, mas uma espécie de meta-técnicas que nos abrem caminhos para o uso da “técnica” e a operacionalizar em qualquer coisa de útil para nós e para aqueles com quem nos relacionamos (alunos, colegas, familiares, amigos ou até desconhecidos). Alguns poderão dizer: mas afinal onde está a novidade? Não é assim que deve sempre acontecer? Concordo… mas concordo agora, não há dois meses atrás… e o facto de concordar agora com algo a que me opunha há apenas 2 meses significa que, mesmo que desistisse ou o Mestrado acabasse hoje, só pelo privilégio de ter conhecido as pessoas que me permitiram mudar de opinião, já teria valido a pena! :-D


Hoje vejo que da mesma forma que um servidor existe para servir aqueles que, provavelmente, nem sabem da sua existência, também o nerd vive para ajudar a iniciar os recém-chegados ao mundo digital e/ou para servir aqueles que desejam apenas utilizar as TIC e não têm pretensões (ou sequer interesse) em compreenderem os meandros do seu funcionamento. No meu caso pessoal, a minha visão ‘nerdiana’ inicial de um blog ou wiki (que não passam de páginas html muito simples geradas dinamicamente por php em função de consultas básicas a uma base de dados) metamorfoseou-se e comecei a ver o que realmente é importante: de que modo as pessoas que nunca ouviram falar em html ou php ou sql podem aproveitar estas tecnologias para comunicar? E porque hão-de querer comunicar? Que apelo irresistível tem a comunicação que leva a que uma pessoa normal compre uma máquina estranha, se obrigue a lutar contra ela até, pelo menos, a dominar a um nível rudimentar e a usar para comunicar? Em suma, porque é que a comunicação é tão importante para nós? (esta é para o João responder, que estas questões são a guerra dele… eu divirto-me com a parte tecnológica!). :-D


Esta visão social (humanista, até) da tecnologia, em geral, e da informática, em particular, é, para mim, a grande mais-valia deste Mestrado e é por ela que vale a pena lutar. É por ela que decidi adiar por mais 2 ou 3 anos o curso em engenharia informática que, tenho a certeza, acabarei por tirar (o ‘nerdismo’ é uma doença incurável) e é por ela que recomendo, mesmo aos mais tech-savyy de entre nós, que persistam e que levem até ao fim esta empresa. Tenho a certeza que, no final, todos reconheceremos que valeu a pena…


Boas férias! (para quem trabalhou como todos trabalhámos durante este período, 48 horas de descanso parece-me maiores que as férias do Verão…). :-D
RC</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá a todos!</p>
<p>Depois do post inicial e das três respostas anteriores as minhas opções de comentário começam a ficar seriamente reduzidas! <img src='http://napraia.blogs.ca.ua.pt/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':-D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Assim, ao invés de falar sobre esta cadeira (não porque não valha a pena mas porque me parece que já começa a estar tudo dito <img src='http://napraia.blogs.ca.ua.pt/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' />  ), prefiro partilhar convosco algo que me perturba desde o dia das apresentações e que, desde essa altura não me tem deixado descansado.</p>
<p>Antes de mais, confesso que sou um nerd assumido. Há pessoas que se apaixonam por puzzles, outras por ponto-cruz, outras por desporto, outras por carros, outras…; eu apaixonei-me por computadores e tecnologia em geral. Sou o tipo de pessoa capaz de usar um telefone para telefonar a outras pessoas e falar sobre telefones; sou capaz de instalar 10 vezes o mesmo sistema operativo apenas pelo gozo que isso me dá; gosto de seleccionar componentes; de montar e desmontar computadores; de lutar contra drivers e crashs inexplicáveis; de instalar os codecs um por um; de saber todas as mudanças de cada sub-versão de cada programa… enfim, reconheço que tenho uma vivência com a informática que não é a de um utilizador comum o que, em si mesmo, não é positivo nem negativo… <img src='http://napraia.blogs.ca.ua.pt/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Depois deste pequeno desabafo, vou tentar ser um pouco mais sucinto e chegar àquilo que quero abordar – este curso de Mestrado. É certo que este Mestrado não tem uma componente técnica tão grande como eu e outros provavelmente gostaríamos. Também é certo que, durante o primeiro embate me senti um pouco desalentado e, pelo que ouvi e conversei nos intervalos, não fui o único. Porém, no final de duas cadeiras e dois meses de trabalho intensivo, começo a pensar se ensinar “técnica” tem assim tanto interesse ou, sequer, se faz algum sentido neste tipo de curso… A técnica é relativamente simples de aprender e qualquer um de nós, mesmo aqueles com poucos conhecimentos prévios, a pode dominar se a isso se disponibilizar, conforme ficou provado pelos excelentes trabalhos apresentados quer em DMME, quer em TCE.</p>
<p>Na minha opinião, aquilo que estamos efectivamente a aprender neste Mestrado transcende em muito o mero domínio técnico de uma ferramenta ou tecnologia e é algo que, pelo menos para mim, operou tamanha transformação de paradigma que não é quantificável em números: são técnicas, sim, mas uma espécie de meta-técnicas que nos abrem caminhos para o uso da “técnica” e a operacionalizar em qualquer coisa de útil para nós e para aqueles com quem nos relacionamos (alunos, colegas, familiares, amigos ou até desconhecidos). Alguns poderão dizer: mas afinal onde está a novidade? Não é assim que deve sempre acontecer? Concordo… mas concordo agora, não há dois meses atrás… e o facto de concordar agora com algo a que me opunha há apenas 2 meses significa que, mesmo que desistisse ou o Mestrado acabasse hoje, só pelo privilégio de ter conhecido as pessoas que me permitiram mudar de opinião, já teria valido a pena! <img src='http://napraia.blogs.ca.ua.pt/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':-D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Hoje vejo que da mesma forma que um servidor existe para servir aqueles que, provavelmente, nem sabem da sua existência, também o nerd vive para ajudar a iniciar os recém-chegados ao mundo digital e/ou para servir aqueles que desejam apenas utilizar as TIC e não têm pretensões (ou sequer interesse) em compreenderem os meandros do seu funcionamento. No meu caso pessoal, a minha visão ‘nerdiana’ inicial de um blog ou wiki (que não passam de páginas html muito simples geradas dinamicamente por php em função de consultas básicas a uma base de dados) metamorfoseou-se e comecei a ver o que realmente é importante: de que modo as pessoas que nunca ouviram falar em html ou php ou sql podem aproveitar estas tecnologias para comunicar? E porque hão-de querer comunicar? Que apelo irresistível tem a comunicação que leva a que uma pessoa normal compre uma máquina estranha, se obrigue a lutar contra ela até, pelo menos, a dominar a um nível rudimentar e a usar para comunicar? Em suma, porque é que a comunicação é tão importante para nós? (esta é para o João responder, que estas questões são a guerra dele… eu divirto-me com a parte tecnológica!). <img src='http://napraia.blogs.ca.ua.pt/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':-D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Esta visão social (humanista, até) da tecnologia, em geral, e da informática, em particular, é, para mim, a grande mais-valia deste Mestrado e é por ela que vale a pena lutar. É por ela que decidi adiar por mais 2 ou 3 anos o curso em engenharia informática que, tenho a certeza, acabarei por tirar (o ‘nerdismo’ é uma doença incurável) e é por ela que recomendo, mesmo aos mais tech-savyy de entre nós, que persistam e que levem até ao fim esta empresa. Tenho a certeza que, no final, todos reconheceremos que valeu a pena…</p>
<p>Boas férias! (para quem trabalhou como todos trabalhámos durante este período, 48 horas de descanso parece-me maiores que as férias do Verão…). <img src='http://napraia.blogs.ca.ua.pt/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':-D' class='wp-smiley' /><br />
RC
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: João Lima</title>
		<link>http://napraia.blogs.ca.ua.pt/2007/11/24/tced-quase-a-acabar/#comment-51979</link>
		<pubDate>Sun, 25 Nov 2007 12:15:22 +0000</pubDate>
		<guid>http://napraia.blogs.ca.ua.pt/2007/11/24/tced-quase-a-acabar/#comment-51979</guid>
					<description>Creio que importa referir aqui duas coisas iniciais…

Sou um utópico e um idealista.
Sou uma pessoa que tem aversão completa ao dirigismo pelos professores do que há e como aprender.
Sou um professor que põe o humanismo acima de tudo.

Pensei, na primeira aula teórica que os meus piores pesadelos se iriam realizar. Quando vi formulas e cabos e mais trinta e tal coisas ligadas à tecnologia, pensei que seria agora o momento em que teria mesmo que pensar que era eu o único que não acreditava numa escola centrada no poder do professor.

Depois, no correr dos dias, vi o contrário. 
Defendo que a tecnologia não pode nunca ser pensada, em Educação, como meio de controlar ou minimizar qualquer tipo de liberdade do aluno. E foi isso que encontrei. Aqui. Um espaço onde construímos conhecimento. Um espaço onde vamos continuar a construir conhecimento. Uma disciplina onde aprender e partilhar não terminou no dia 23 ou 24. Está lá, está em constante mutação e melhoria.

Sou daqueles que sendo idealista tenta mudar na prática o espaço que me envolve. Todos os dias. Lutando contra um sistema cada vez mais fechado, cada vez mais tecnocrata. E sou um humanista. Olho para uma das maiores civilizações – a grega – e imagino o espaço de aprendizagem com a mesma liberdade, mestria e auto-regulação que este modelo pode ainda trazer aos tempos de hoje. Chegará um momento em que a nossa civilização, tal como a entendemos, terminará. Como tantas outras. Resta saber no que se transformará. 

Acredito, sinceramente, que estas sessenta e tal pessoas que agora vamos conhecendo melhor, a não transformarão numa Esparta. E esta disciplina foi um passo importantíssimo nesse caminho.

Por tudo, obrigado. E agora, é sempre ir olhando para a Wiki e ver novidades de comunidades que serão sempre vivas e aprendentes.

Parabéns e obrigado por tudo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Creio que importa referir aqui duas coisas iniciais…</p>
<p>Sou um utópico e um idealista.<br />
Sou uma pessoa que tem aversão completa ao dirigismo pelos professores do que há e como aprender.<br />
Sou um professor que põe o humanismo acima de tudo.</p>
<p>Pensei, na primeira aula teórica que os meus piores pesadelos se iriam realizar. Quando vi formulas e cabos e mais trinta e tal coisas ligadas à tecnologia, pensei que seria agora o momento em que teria mesmo que pensar que era eu o único que não acreditava numa escola centrada no poder do professor.</p>
<p>Depois, no correr dos dias, vi o contrário.<br />
Defendo que a tecnologia não pode nunca ser pensada, em Educação, como meio de controlar ou minimizar qualquer tipo de liberdade do aluno. E foi isso que encontrei. Aqui. Um espaço onde construímos conhecimento. Um espaço onde vamos continuar a construir conhecimento. Uma disciplina onde aprender e partilhar não terminou no dia 23 ou 24. Está lá, está em constante mutação e melhoria.</p>
<p>Sou daqueles que sendo idealista tenta mudar na prática o espaço que me envolve. Todos os dias. Lutando contra um sistema cada vez mais fechado, cada vez mais tecnocrata. E sou um humanista. Olho para uma das maiores civilizações – a grega – e imagino o espaço de aprendizagem com a mesma liberdade, mestria e auto-regulação que este modelo pode ainda trazer aos tempos de hoje. Chegará um momento em que a nossa civilização, tal como a entendemos, terminará. Como tantas outras. Resta saber no que se transformará. </p>
<p>Acredito, sinceramente, que estas sessenta e tal pessoas que agora vamos conhecendo melhor, a não transformarão numa Esparta. E esta disciplina foi um passo importantíssimo nesse caminho.</p>
<p>Por tudo, obrigado. E agora, é sempre ir olhando para a Wiki e ver novidades de comunidades que serão sempre vivas e aprendentes.</p>
<p>Parabéns e obrigado por tudo.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: Filomena M</title>
		<link>http://napraia.blogs.ca.ua.pt/2007/11/24/tced-quase-a-acabar/#comment-51963</link>
		<pubDate>Sun, 25 Nov 2007 11:11:08 +0000</pubDate>
		<guid>http://napraia.blogs.ca.ua.pt/2007/11/24/tced-quase-a-acabar/#comment-51963</guid>
					<description>Esta disciplina foi o empurrão que me faltava para dedicar algum do meu já pouco tempo ao mundo desconhecido do OpenSource. O que descobri ao longo destas três semanas levou-me a reconsiderar algumas das minhas opções relativas a software. Desejo igualmente continuar a contribuir para o blog da disciplina e para a wiki, pelo que acho que tão cedo esta disciplina não acaba ;-) Obrigado pelo acompanhamento prestado pelos três.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Esta disciplina foi o empurrão que me faltava para dedicar algum do meu já pouco tempo ao mundo desconhecido do OpenSource. O que descobri ao longo destas três semanas levou-me a reconsiderar algumas das minhas opções relativas a software. Desejo igualmente continuar a contribuir para o blog da disciplina e para a wiki, pelo que acho que tão cedo esta disciplina não acaba <img src='http://napraia.blogs.ca.ua.pt/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' />  Obrigado pelo acompanhamento prestado pelos três.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: como alguém ja escreveu&#8230; &#171; Pequenos Mundos</title>
		<link>http://napraia.blogs.ca.ua.pt/2007/11/24/tced-quase-a-acabar/#comment-51849</link>
		<pubDate>Sun, 25 Nov 2007 00:43:56 +0000</pubDate>
		<guid>http://napraia.blogs.ca.ua.pt/2007/11/24/tced-quase-a-acabar/#comment-51849</guid>
					<description>[...] como alguém ja&#160;escreveu&#8230;   Published November 25, 2007   Educação , amigos , amizade , colaboração , mestrado , mundos achados Tags: amigos, aprendizagem, mmed, obrigado, saudades, tced      TCEd está a acabar.  A esta altura, para a maioria das pessoas envolvidas, já terminou até. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[&#8230;] como alguém ja&nbsp;escreveu&#8230;   Published November 25, 2007   Educação , amigos , amizade , colaboração , mestrado , mundos achados Tags: amigos, aprendizagem, mmed, obrigado, saudades, tced      TCEd está a acabar.  A esta altura, para a maioria das pessoas envolvidas, já terminou até. [&#8230;]
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: Ana Lucas</title>
		<link>http://napraia.blogs.ca.ua.pt/2007/11/24/tced-quase-a-acabar/#comment-51782</link>
		<pubDate>Sat, 24 Nov 2007 17:32:36 +0000</pubDate>
		<guid>http://napraia.blogs.ca.ua.pt/2007/11/24/tced-quase-a-acabar/#comment-51782</guid>
					<description>Bem.. Esta cadeira trouxe de facto imensas vantagens para mim. Porquê? Porque simplesmente não conhecia nem sabia trabalhar em quase nada.. :(
Felizmente, ao longo do arduo trabalho e da colaboração de todas as comunidades, foi-me possivel sem duvida sair com uma enorme bagagem!
Fico feliz por termos mostrado o nosso melhor, e por esse trabalho ter sido reconhecido ;)

Um especial Obrigada a todos os membros das restantes comunidades, e aos professores, que apesar de tudo estiveram "sempre lá!"

**</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bem.. Esta cadeira trouxe de facto imensas vantagens para mim. Porquê? Porque simplesmente não conhecia nem sabia trabalhar em quase nada.. <img src='http://napraia.blogs.ca.ua.pt/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' /><br />
Felizmente, ao longo do arduo trabalho e da colaboração de todas as comunidades, foi-me possivel sem duvida sair com uma enorme bagagem!<br />
Fico feliz por termos mostrado o nosso melhor, e por esse trabalho ter sido reconhecido <img src='http://napraia.blogs.ca.ua.pt/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Um especial Obrigada a todos os membros das restantes comunidades, e aos professores, que apesar de tudo estiveram &#8220;sempre lá!&#8221;</p>
<p>**
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
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