Tal como indicado no último post, o encontro desta semana vai ser dedicado à apresentação/discussão do pensamento do Paulo Freire.
Segundo a Wikipédia:
“Paulo Reglus Neves Freire (Recife, 19 de setembro de 1921 — São Paulo, 2 de maio de 1997) foi um educador brasileiro.
Destacou-se por seu trabalho na área da educação popular, voltada tanto para a escolarização como para a formação da consciência. É considerado um dos pensadores mais notáveis na história da pedagogia mundial, tendo influenciado o movimento chamado pedagogia crítica.”
Para nos fazer apaixonar pelo pensamento deste educador brasileiro, neste encontro vamos contar com a presença da Núria Pons (aka Debby Greggan), que na vida real realiza trabalho de investigação, com apoio da CNPq, em Novas tecnologias aplicadas à Educação no programa de Pós-graduação de Educação: Currículo, que tem a sede da Cátedra Paulo Freire da PUCSP.
Para lançar o apetite por este tópico, nos links a seguir podem encontrar o registo vídeo de um encontro intitulado “O Futuro da Escola e o impacto dos novos meios de comunicação no modelo de escola actual”*, no qual participou o Paulo Freire e o Seymour Papert.
Infelizmente os vídeo são um bocado pesados e a qualidade da imagem é fraca… mas o conteúdo justifica o download!
Até quinta, às 22h na Sala 1 do Aularium
*O FUTURO da escola e o impacto dos novos meios de comunicação no modelo de escola atual.
Produtor: Márcia Moreno e Marco Aurélio Del Rosso
TV PUC de São Paulo com apoio do Jornal
Data: nov. 1995




A Núria enviou mais esta informação:
“Estes links, assim como os trabalhos publicados na Revista e-Curriculum podem ser disponibilizados em seu blog para quem desejar ler.
Este primeiro contextualiza a Cátedra e alguns trabalhos nela desenvolvidos pelos alunos pesquisadores :
A CATEDRA PAULO FREIRE
Este segundo link é de uma entrevista que fizemos com Licínio Lima, vosso! Aqui em São Paulo, grande estudioso de Paulo Freire, vale a pena ler também, qdo desejarem.
ESTUDAR PAULO FREIRE”
Obrigado Núria!
Nossa! Fiquei muito feliz de saber desse evento pela Margarida. E espero poder participar.
Para os que querem ler algo mais do nosso amado Paulo Freire, estou disponibilizando o site onde pode ser encontrada uma de suas obras: Pedagogia do Oprimido (paulofreirefinland.org/wp-content/uploads/2007/02/pedagogia_do_oprimido.pdf). Extremamente politizadora e actual, esta obra continua nos desafinado a nos posicionar enquanto educadores diante da vida e nos convidando a pensar uma prática libertadora em favor dos milhares de oprimidos que adentram as nossas escolas e atravessam as nossas vidas.
Sobre a obra e o autor, há inúmeros sites interessantes para aceder:
http://www.urutagua.uem.br/009/09res_vieira.htm
http://pedagogia.incubadora.fapesp.br/portal/DISCIPLINAS - Elie Ghanem/FREIREPauloPedagogiaDoOprimido2EdRioDeJaneiroPazETerra1975P6387
http://www.espacoacademico.com.br/045/45pc_silva.htm
Até mais!
Até amanhã no Second Life!
Boas discussões!
Olá Carlos!
Sim, os vídeos são pesados, infelizmente, não é?! Mas é bem isso que vc disse, quando mandei para vc, foi justamente porque havia um encontro entre o que v c dizia no último encontro “deixo meus alunos fazerem, experimentarem”, na intenção de depois fazer a c onstrução do novo conhecimento que adquiriram ( ou eu delirei?:-).
Vi isto como a visão de Freire e me encantei, por isso passei, mesmo sendo pesado:-)).
Sannya, sim, estes sítios são muito bons, como também podem acessar o sítio da UFPb:
http://www.paulofreire.ufpb.br/paulofreire/principal.jsp
Lá encontrarão disponível para ler o último livro dele “Pedagogia da Autonomia”, isto me fez lembrar que este ano completamos os 10 anos de não tê-lo entyre nós.
Até amanhã !
abraços
Debby Greggan ( aka)
É verdade Debby!
No encontro referi que nas minhas disciplinas de pós-graduação procuro que os alunos tenham um primeiro contacto com a tecnologia em cenários onde ela representa realmente uma mais valia. A partir daí procuro estimular a criatividade e a experimentação para que eles próprios procurem encontrar as melhores soluções para os seus cenários específicos.
Fiquei muito curioso com essa comparação com o pensamento do Paulo Freire